O direito que eu não tenho. O direito de ser amada.
Eu sou a melhor a amiga, a mulher interessante, os olhos verdes que ninguém que machucar, bobagem.
Sim, sou eu, a mulher maravilha, a mais segura a mais madura, a mais...
Mas a verdade é que sou frágil, eu sinto, eu amo, eu desejo. E desejo
simplesmente aquilo que toda a mulher quer, eu desejo ser amada, ser
compreendida, ser mulher sem ser vulgar.
Eu desejo poder dormir nos braços de alguém por mais de uma noite, eu
desejo ter segurança, eu desejo. Mas eu desejo a liberdade, desejo o
desejo,o desejo, desejo, desejo.
Não sei, talvez seja porque eu seja assim, por ser tão robusta, por não
deixar transparecer. Talvez seja porque eu não saiba procurar, eu não
deixe me encontar, ah, eu não sei. O que eu sei, é simplesmente que não
é.