Eu sinto falta do teu silêncio, tão amável e gostoso de ouvir. Sinto falta da nossa conversa sem assunto, dos nossos sorrisos descompromissados, da nossa inocente astúcia. Falta sinto dos momentos sem palavras, dos barulhentos pensares.
Sinto a ausência daquilo que não foi dito e as vezes me culpo por não ter falado mais.
Ninguém sabe, por que não? Mas a falta as vezes vem... vai... vem...
Sinto que nem sempre tenho saudades, sinto a ausência destes antigos pseudo melodramas, desta minha ingenuidade e daqueles instantes tão barulhentos em que ficávamos quietos.
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